Sempre que surge uma nova doença, a comunidade internacional age para conter seu avanço; passados alguns meses, novos conhecimentos são assimilados e os cuidados que foram impostos frente à nova doença são revistos.
No caso da Influenza H1N1, verificou-se que apesar do novo vírus, a gravidade da doença não é pior que a de qualquer outro tipo de influenza (gripe viral comum), estando sob risco apenas aquelas pessoas que têm condição frágil de saúde, como recém-nascidos, idosos, pacientes com doenças cardiopulmonares graves ou deficiência/supressão imunológica.
A mortalidade geral da nova gripe é inferior à da média das gripes comuns, menos de 0.5% (máximo de 5 mortes por complicações associadas à gripe em cada 1000 pessoas infectadas).
Por esse motivo, "a guarda foi abaixada", pela comunidade internacional, e apenas pessoas em situação de risco terão atenção especial e preferência na hora de receber medicação anti-viral adequada.
Como o vírus é novo, e a vasta maioria das pessoas não possui anticorpos contra ele, é quase certo que o número de casos vai ser muito grande neste momento. Mas se você não faz parte do grupo de risco, provavelmente não sofrerá mais que os sintomas de uma gripe comum em caso de contágio.
Independente destas novas informações, ninguém gosta de ficar doente e correr riscos desnecessários, faltar ao trabalho ou aguentar os desagradáveis sintomas de uma gripe. Portanto, as recomendações do Ministério da Saúde (vide texto abaixo) estão integralmente mantidas.
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